A Lente da Noite

 

O tratamento com Ortoceratologia é feito usando uma lente de contato somente no período noturno. Durante o dia não é preciso usar óculos ou lentes de contato!

Muitas observações e desenvolvimentos conduziram aos resultados atuais. O material com que a lente é fabricada, passou de impermeável ao oxigênio, para permeável, e depois bastante permeável. O torno que fabrica a lente passou de manual para totalmente automatizado, com ponteira de diamante e grau de precisão chegando a milésimo de milímetro.

Quanto ao exame ocular para analisar o efeito da lente, iniciamos com medidas simples de 4 pontos da córnea e, nos dias atuais, analisamos centenas de milhares de pontos, conferindo precisão na análise do efeito da lente no tratamento da ametropia.

Outro avanço que impactou profundamente nos resultados da Ortoceratologia foi a evolução dos desenhos das lentes, que passaram das simples adaptações de lentes que já existiam, para desenhos específicos, com curva reversa e com isto, a correção que se limitava a poucos graus de miopia até 3 ou 4, hoje aumentou consideravelmente e pode até mesmo corrigir astigmatismo em graus moderados. Novos desenhos vão chegando e outros problemas como por exemplo a hipermetropia deverão ter lentes disponíveis brevemente.  

O principal risco de se usar esta lente é semelhante a qualquer outra lente de contato: casos de infecção ocular. Embora estes casos sejam raros, eles existem e para evitá-los ao máximo algumas providências são importantes, além, é claro da própria consulta oftalmológica que determinará se você é um bom candidato a este tipo de tratamento. O maior fator de risco é usar água em algum momento do processo de colocação e cuidado da lente, então devemos lavar as mãos e secá-las antes de manusear qualquer lente de contato, e nunca enxaguar a lente ou o estojo com água. Outro importante cuidado é não usar o produto de limpeza da lente se ele estiver com a data de vencimento ultrapassada, ou aberto a mais tempo que o recomendado na bula. E se você precisar enxaguar a lente deve fazer isso com soro fisiológico descartável! Frascos grandes também podem contaminar!

 

 

 

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Indicações da lente da noite: lembrar que, durante o dia, você terá independência de óculos e lentes de contato, portanto a utilidade advém deste fato; para quem pratica esportes, especialmente aquáticos; indicação para quem usa lentes convencionais e precisa tirá-las no final do dia por desconforto; para quem gostaria de fazer cirurgia refrativa, mas não tem indicação; para quem trabalha em ambientes insalubres e gostaria de não usar óculos. Todos estes são exemplos de situações em que os pacientes se beneficiarão deste tipo de tratamento para sua ametropia (miopia/ astigmatismo).

Texto: Dr Luiz Formentin

 

5 dicas de cuidados com os olhos

 

 

1.Mantenha os checkups com o oftalmologista em dia.

A única pessoa capaz de dar um diagnóstico e falar que seus olhos estão saudáveis é um médico, por isso, vá em uma consulta todo ano.

 

2.Tenha hábitos saudáveis.

No geral, é a mesma dica que muitos médicos dão para manter a saúde no geral, mas a verdade é que alimentação saudável, prática de exercícios e ter uma boa rotina de sono ajuda em tudo, inclusive os olhos.

 

3.Evite expor os olhos à luz solar.

É importante proteger os olhos ao praticar atividades ao ar livre, inclusive em dias nublados. Utilize chapéus ou bonés, e óculos de lente escura.

 

4.Evite passar as mãos nos olhos.

Nossas mãos entram em contato com muitas bactérias ao longo do dia, e a menos que você tenha uma higiene impecável e lave as mãos toda hora, mantenha elas longe dos olhos e sempre as lave antes de coçá-los.

 

5.Não utilize colírios sem prescrição médica.

Colírios são remédios como qualquer outro, por isso, não utilize deles sem que seu médico tenha pedido, caso sinta algum desconforto no olho, marque uma consulta e não se automedique.

Catarata: o que é e quais são os principais sintomas?

 

 

 

A catarata é uma doença ocular bem conhecida e uma das principais causas de perda de visão, mas muitas pessoas não sabem realmente como ela funciona e seus sintomas.

 

Em nossos olhos possuímos uma lente natural chamada cristalino, e ela serve para focarmos a visão em qualquer distância. A catarata faz essa lente perder sua transparência, embaçando a visão.

 

Ela é pior em pessoas mais velhas porque com a idade o cristalino já vai perdendo sua elasticidade e transparência com o tempo, e assim a catarata acaba piorando a situação e até causando cegueira.

 

Os sinais são: visão nebulosa, dificuldade para atividades como ler e dirigir, visão dupla, sensibilidade à luz e enxergar brilhos.

 

A doença é muito mais comum de ser desenvolvida com a idade, mas também existem casos raros onde uma criança já nasce com ela por questões de DNA, ou por alguma doença que a mãe pode ter contraído no começo da gravidez.

 

Portanto, vale lembrar que a catarata pode ser prevenida com hábitos de vida saudáveis, não utilizando de colírios sem prescrição médica e não forçar a vista olhando para o sol. Além de tudo isso, é uma doença com tratamento e muito comum, sendo difícil se tornar algo muito sério.

O que fazer caso haja suspeita de conjuntivite

 

 

 

Conjuntivite é uma das doenças mais comuns da região ocular, e trata-se da inflamação da conjuntiva, causada por bactérias, vírus ou agentes tóxicos no geral. Os sintomas são: olho inchado, vermelho e lacrimejante, visão embaçada e intolerância a luz.

 

É incômoda para o paciente e muito contagiosa, por isso, ao suspeitar de que possui a doença, algumas precauções precisam ser tomadas até o tratamento prescrito pelo médico fazer efeito(em torno de 7 dias).

 

O mais importante é evitar tocar os olhos com qualquer coisa, principalmente as mãos. Caso haja contato com algum objeto ou parte do corpo, lavar imediatamente. 

 

É importante que o paciente infectado não compartilhe de lençol, travesseiro ou roupas com ninguém, e deve evitar contato físico muito próximo com outros.

 

Se manter essas regras, será difícil que a doença se propague e assim, todos ficarão seguros.

Sinais de que você precisa de uma consulta no oftalmologista

 

Sendo os olhos um dos nossos órgãos mais importantes, é fundamental que você já tenha visitado um oftalmologista ao menos uma vez na sua vida, mesmo não possuindo nenhum problema. Mas caso você já tenha ido, aqui vão alguns sinais de que seria melhor marcar uma consulta logo.

 

Olhos irritados constantemente e vermelhidão 

No geral, isso pode significar diversas coisas, como até uma simples alergia ou causas externas como a luz. Mas se é algo que te incomoda no dia a dia, e que você não percebe uma melhora com o tempo, é sempre bom ir ao médico para checar a causa desse problema, e buscar uma solução.

 

Visão embaçada ou dificuldade para enxergar com clareza

Se você sente que sua visão anda turva, ou que está com dificuldade para ver coisas tanto de perto quanto de longe, esse é um grande indicativo de que você precisa de uma consulta oftalmológica. Já que esses sintomas estão diretamente ligados à sua visão, e pode te atrapalhar para muitas coisas.

 

Dor de cabeça ou ao redor dos olhos

Muitas vezes ao sofrermos de dor de cabeça, problemas de visão não são considerados rapidamente como a causa principal, já que podem ser causadas por diversos fatores. Porém, muitos deles, principalmente quando a dor é localizada na testa ou ao redor dos olhos, podem ter relação com a vista. O paciente pode estar com fadiga por conta das luzes ou até mesmo uma inflamação ocular.

 

Ter mais de 40 anos

Ao chegar nessa idade, doenças oculares se tornam muito mais comuns, e é importante diagnosticá-las rápido de modo que o paciente não force sua vista e piore o problema.

 

No geral, se você sente algum desconforto gerado pelos olhos, visão ou na região da testa, é importante passar por uma consulta e se assegurar de que não seja nada mais sério, visto que sintomas relacionados à essas áreas podem significar diversas coisas.

 

Olho tremendo: O que pode ser?

 

O tremor no olho é um termo usado pela maioria das pessoas para se referir à sensação de vibração na pálpebra do olho. Esta sensação é muito comum e normalmente acontece devido ao cansaço dos músculos do olho, sendo muito semelhante ao que acontece em uma câimbra em qualquer outro músculo do corpo.

Além disso, existem situações em que acontece o tremor somente do olho, e não das pálpebras. Quando acontece isto é chamado nistagmo, mais difícil de identificar do que o tremor na pálpebra e é verificado por um médico em um exame para diagnosticar problemas de saúde como labirintite, alterações neurológicas ou deficiências de vitaminas.

Embora o tremor seja causado pelo cansaço dos músculos do olho, existem várias causas que podem contribuir para essa situação.

O estresse provoca várias alterações no organismo, especialmente no funcionamento dos músculos, devido à ação dos hormônios que são liberados. Desta forma, os músculos menores, como os das pálpebras, podem sofrer maior ação desses hormônios, movimentando-se involuntariamente. Caso se esteja passando por um período de maior estresse, deve-se tentar fazer atividades relaxantes como sair com amigos, ver um filme ou fazer aulas de yoga, por exemplo, para ajudar a equilibrar a produção de hormônios e interromper os tremores.

Poucas horas de sono pode ser um problema, pois quando se dorme menos de 7 ou 8 horas por noite, os músculos dos olhos podem ficar bastante cansados, pois precisaram ficar funcionando durante várias horas seguidas sem descanso, aumentando também a liberação dos hormônios do estresse. Quando isso acontece, as pálpebras ficam mais fracas, começando a tremer sem razão aparente. É recomendado dormir, pelo menos, 7 horas em cada noite, criando um ambiente calmo e relaxante para permitir um sono mais reparador.

Os problemas de visão parecem bastante inofensivos, mas podem causar vários problemas no corpo como dores de cabeça, cansaço excessivo e tremores no olho. Isto acontece porque, os olhos trabalham em excesso para tentar focar o que se está olhando, ficando mais cansados que o habitual. No caso de se estar tendo dificuldade para ler algumas letras ou enxergar ao longe, por exemplo, é aconselhado ir no oftalmologista para identificar se realmente existe algum problema que precise ser tratado. Já pessoas que utilizam óculos, devem ir no oftalmologista caso já tenha passado mais de 1 ano desde a última consulta, pois pode ser preciso adequar o grau.

Geralmente, os olhos tremendo não são sinal de problemas graves e desaparecem em poucos dias. No entanto, é aconselhado sempre consultar um oftalmologista.

 

Fonte: Tua Saúde

Saúde ocular: você sabe como cuidar bem dos seus olhos?

 Embora a visão seja um dos principais sentidos, a saúde ocular ainda não é dada a devida atenção, 34% dos brasileiros nunca viram um oftalmologista.

O popular "exame ocular" verifica a visão do paciente e se é necessário usar óculos ou lentes para evitar miopia, hipermetropia, astigmatismo e presbiopia. Idealmente, esse exame, chamado de "refração" pela classe médica, deve ser realizado uma vez por ano. Para crianças menores de 2 anos, podem ser necessárias duas ou três reuniões anuais com o oftalmologista.

Pessoas com mais de 40 anos precisam prestar mais atenção à saúde dos olhos e sempre incluem a oftalmologia em seus exames físicos anuais. Com a idade, a estrutura dos olhos envelhece naturalmente, o que representa um risco para a ocorrência de doenças. Durante a consulta com o oftalmologista, o médico pode providenciar exames importantes para medir a pressão intraocular e avaliar o estado geral do olho.

Independentemente da idade da pessoa, alguns cuidados básicos diários podem proteger a saúde ocular. A exposição à luz ultravioleta (UV) pode agravar o desenvolvimento da doença. Portanto, se você for se expor ao sol, use óculos de sol com lentes que reduzam o brilho e tenham fator de proteção UV.

O conselho especial para as mulheres é ter muito cuidado ao aplicar a maquiagem. Procure produtos de marcas confiáveis que sejam hipoalergênicas. Para evitar problemas nos olhos, também é importante tirar a maquiagem antes de ir para a cama. Outro bom conselho para todos é evitar a superexposição dos olhos na frente da tela do dispositivo eletrônico. Tente intercalar atividades e períodos de descanso para os olhos.

 

Fonte: Bayer Brasil

 

Uma boa visão é fundamental para uma boa qualidade de vida

Muitas pessoas acreditam que apenas quando doenças como conjuntivite, tersol, irritação e até anormalidades tradicionais como miopia, astigmatismo e hiperopia batem à porta, os olhos merecem nossa atenção. Mas essa não é a única coisa em que devemos estar atentos.

 

Faça um exame Oftalmológico Completo

Você pode acreditar que sua visão está boa ou que seus olhos estão saudáveis, mas visitar seu oftalmologista para um exame completo é o único caminho seguro. Falando em perguntas simples, algumas pessoas não percebem que podem ver melhor usando óculos ou lentes de contato. Além disso, algumas doenças oculares crônicas comuns, como glaucoma, retinopatia diabética e degeneração macular, geralmente não apresentam sintomas. A única maneira de detectar precocemente essas lesões muito graves é fazer inspeções regulares.

O seu oftalmologista é o único que pode determinar se seus olhos estão saudáveis e se sua visão é boa.

 

Conheça o Histórico de Saúde Ocular da sua Família

Discuta o histórico de saúde ocular de sua família com seus parentes. É importante saber se alguém foi diagnosticado com alguma doença, pois muitas delas são hereditárias. Isso ajudará a determinar se você está sob risco de doenças oculares mais graves que requerem cuidados contínuos.

  

Dê um Descanso aos Seus Olhos

Se você passa muito tempo no computador ou focaliza seus olhos em um ponto fixo, às vezes você se esquece de piscar e seus olhos ficam cansados. Tente descansar os olhos a cada 20 minutos e desvie o olhar por pelo menos 1 minuto. Isso pode ajudar a reduzir a fadiga ocular, que pode causar muitas dores de cabeça, irritabilidade e diminuição da visão.

 

Mantenha seus Olhos Lubrificados

Use colírios para lubrificar e evitar as irritações que podem se tornar um foco adequado para a proliferação de agentes causadores de patologias mais sérias, além de permitir mais clareza na qualidade de sua visão.

 

 

Fonte: Policlínica de Botafogo

 

Herpes ocular: o que é e como tratar?

 

Você já ouviu falar de herpes na região dos lábios? Saiba que esse mesmo vírus pode infectar os olhos, provocando sintomas ainda mais desagradáveis e nocivos.

 

O herpes ocular pode ser contraído quando entramos em contato com áreas de secreção da doença, como a saliva ou as bolsas de herpes nos lábios.

 

Esse contato também pode ser indireto, caso as mãos toquem numa secreção de herpes e transmitam aos olhos.

 

Precisamos entender que nem sempre o vírus se manifesta imediatamente. Ele pode ficar quietinho no corpo por um bom tempo, até o momento em que algum fator — como a imunidade baixa — favoreça sua ativação.

 

O herpes ocular pode ter “idas e vindas” e se agravar com o tempo. Outro problema é que, muitas vezes, ele demora para ser identificado, podendo levar a danos irreversíveis na visão se tratado indevidamente.

 

 Os principais sintomas de herpes ocular são:

 

  • Maior sensibilidade à luz;
  • Coceira nos olhos;
  • Vermelhidão e irritação;
  • Sensação de que há algo na visão;
  • Visão embaçada;
  • Olho lacrimejando mais do que o normal;
  • Bolhas ou úlceras, com bordas avermelhadas e líquidas na pele dos olhos;
  • Em casos mais avançados: ferida na córnea, febre e perda de visão.

 

Existem diversos tratamentos para herpes ocular: à base de pomada, através de comprimidos orais ou via colírio. No entanto, a rapidez do diagnóstico e do tratamento são essenciais para um bom resultado.

 

Por isso, busque um oftalmologista assim que sentir uma anormalidade ou desconforto nos olhos. Medidas caseiras inadequadas podem levar a graves consequências, como a perda de visão.

 

Também é importante entender que, mesmo quando tratado, o herpes ocular não tem uma cura permanente. Ele pode se manifestar novamente ao longo da vida. Então, devemos nos manter atentos aos sintomas e realizar acompanhamento constante com o oftalmologista.

 

Por ser uma infecção provocada por vírus, evitar o contágio é bastante difícil. 

 

O que podemos fazer é criar hábitos saudáveis, que diminuam as chances de contração da doença ou evitem seu estágio agravado.

 

Fonte: Hospital de Olhos 

Fumaça do cigarro pode comprometer a córnea e levar a transplante

O cigarro faz mal e todo mundo já sabe disso. Mas poucas pessoas têm noção do quanto fumar pode prejudicar a visão. Os problemas vão dos mais simples, como ressecamento ocular, até os mais graves, que levam a distúrbios após cirurgias oculares.

“A fumaça do cigarro diminui a estabilidade do filme lacrimal, acarretando no que chamamos de olho seco. Essa alteração das lágrimas causa vermelhidão, coceira e desconfortos oculares. Por isso, é comum ver fumantes utilizando colírios lubrificantes, que devem ser sempre prescritos por um especialista”, conta o Dr. Tarciso Schirmbeck, oftalmologista do Visão Hospital de Olhos.

O médico ressalta que uma das partes do olho mais afetadas pelo cigarro é a córnea, uma membrana transparente que é fundamental para a formação da visão. Inclusive, o uso de lente de contato por pessoas que fumam leva a uma maior taxa de desenvolvimento de úlceras de córnea

“Essas inflamações da córnea são, muitas vezes, ocasionadas pelas substâncias presentes na fumaça do cigarro. Sabemos que fumantes demoram quase 24 dias a mais para curar esse tipo de lesão do que indivíduos que não fazem uso de tabaco”, enfatiza Dr. Tarciso.

Os riscos não param por aí. Os pacientes transplantados de córnea e que fumam têm mais complicações pós-operatórias. “Fumantes também apresentam menor quantidade de células endoteliais, que entre outras funções, são responsáveis por manter a transparência da córnea. Essa diminuição pode gerar problemas e demandar uma posterior realização de transplante de córnea”, finaliza o oftalmologista.

Fonte: Visão Hospital de Olhos
Imagem: unsplash.com 


Você sabia que existem exercícios para relaxamento dos olhos?

Viver em contato constante com tecnologias como computadores, tablets e smartphones tem exigido muito dos nossos olhos. Trabalhar o dia todo no computador, por exemplo, é algo bastante comum em diversas profissões hoje em dia.  

Por causa desses novos hábitos, que obrigam nossos olhos a se adaptarem ao brilho da tela e a focar em um único lugar durante horas, a saúde ocular de muitas pessoas pode ser prejudicada a longo prazo. 

Um dos problemas mais comuns causados pelo excesso de telas é a Síndrome da Visão de Computador (SVC), nós já falamos sobre ela aqui no blog. Agora vamos aos exercícios! 

O que fazer para relaxar os olhos? 

Uma forma de amenizar o cansaço visual causado pelo excesso de tecnologia é fazendo exercícios oculares. 

 

Palming: sente-se de forma confortável, feche os olhos e coloque as palmas das mãos sobre os olhos, ficando em completa escuridão. Relaxe nessa posição por um ou dois minutos. Lentamente, tire as mãos do rosto e abra os olhos novamente;

 

Quatro direções: com a cabeça parada olhe para o ponto mais distante que puder. Depois olhe para cima, para baixo, esquerda e direita, segurando os olhos por 3 segundos em cada direção. Repita o exercício 3 vezes;

 

Massagem nas órbitas: usando os polegares, massageie com movimentos circulares toda região abaixo das sobrancelhas, indo do começo do nariz até as pálpebras;

  

Pisca pisca: relaxando os músculos faciais, abra e feche as pálpebras cerca de 20 vezes. Faça isso devagar, suavemente e sem esforço. Esse exercício estimula a circulação de sangue e ajuda a lubrificar os olhos, prevenindo a síndrome do olho seco.  

 

Esses exercícios, quando feitos pelo menos uma vez por semana, aliviam o estresse e a tensão na região dos olhos, proporcionando uma melhora no sintoma de vista cansada e prevenindo maiores problemas no futuro. 


No entanto, vale lembrar que, a prática desses exercícios não cura os problemas visuais, apenas ameniza certos incômodos e auxilia no cuidado da saúde ocular.

Todo o cuidado com a vista deve ser acompanhado por um profissional, por isso, em caso de qualquer desconforto busque a ajuda de um oftalmologista.

Fonte: Hospital de olhos
Imagem: unsplash.com 


Problemas de visão que podem te impedir de dirigir

Enxergar bem é uma capacidade essencial para quem quer dirigir, pois ajuda a manter a segurança do motorista e de todos os utilizadores da via pública. Por essa razão, o teste de visão é um dos fatores mais importantes na hora de avaliar se alguém está apto para tirar a carteira de motorista.

No entanto, existem muitas outras capacidades que também precisam ser testadas, como a audição, a velocidade de raciocínio e a liberdade de movimentos, com ou sem próteses, por exemplo.

Assim, como não existe uma idade fixa para deixar de conduzir, é muito importante fazer regularmente os exames de Aptidão Física e Mental e Avaliação Psicológica, que precisam ser feitos a cada 5 anos até aos 65 anos, e a cada 3 anos, depois dessa idade.

Já o exame de vista deve ser feito todos os anos por um oftalmologista, não obrigatoriamente do Detran, para identificar se existem pequenos problemas de miopia ou hipermetropia que precisem ser corrigidos com o uso de óculos.

A catarata é um problema de visão muito comum após os 65 anos que diminui bastante a capacidade de enxergar corretamente, aumentando o risco de acidentes de trânsito, mesmo que exista catarata em apenas um dos olhos.


Além disso, a opacidade do cristalino do olho torna a pessoa menos sensível ao contraste das cores e aumenta o tempo de recuperação após o ofuscamento. Após a cirurgia, a visão pode ser recuperada na maioria dos casos e, por isso, a pessoa pode voltar a fazer os exames e ser aprovada para renovar a CNH.

O glaucoma provoca a perda de fibras nervosas da retina, o que pode fazer com que o campo visual fique bastante diminuído. Quando isso acontece, existe maior dificuldade de enxergar objetos que se encontram ao redor do carro, como ciclistas, pedestres ou outros carros, dificultando a direção de condução e aumentando o risco de acidentes.

A degeneração da retina é mais comum após os 50 anos e, quando acontece, provoca uma gradual perda de visão que pode se manifestar como o surgimento de uma mancha na região central do campo de visão e distorção da imagem observada.

A retinopatia é uma das principais complicações de pessoas com diabetes que não fazem o tratamento indicado pelo médico. Esta doença pode causar a diminuição da visão e até causar cegueira, se não for tratada.

Dessa forma, dependendo do grau da retinopatia, a doença pode impedir definitivamente a pessoa de conduzir.

Fonte: Tua Saúde
Imagem: unsplash.com


Julho Turquesa - Mês da conscientização para o olho seco!

Instituído desde 2017 nos Estados Unidos, o Julho Turquesa surgiu no Brasil no ano  passado por meio de uma parceria entre a Associação dos Portadores de Olho Seco  (APOS) e a Tear Film Ocular Surface Society (TFOS).

 

O objetivo da campanha é informar melhor a população sobre a síndrome do olho seco, doença que afeta milhões de pessoas no mundo e que teve um aumento considerável de casos durante a pandemia do Coronavírus devido aos hábitos do isolamento social, como ficar mais tempo em frente ao computador, por exemplo.

 

O olho seco é ocasionado pela lubrificação inadequada da superfície dos olhos devido à má qualidade ou quantidade insuficiente de lágrima.

 

Diante desta disfunção lacrimal, a região ocular pode sofrer com ardência, vermelhidão, embaçamento, e sensação de secura e/ou de corpo  estranho nos olhos.

 

Reflexo da atualidade, principalmente em tempos de COVID-19, o uso excessivo de computador e celular está entre as causas mais comuns do olho seco. Contudo, abusar do ar-condicionado, ter transtornos nas pálpebras, usar lentes de contato, sofrer queimaduras nos olhos, e estar na menopausa ou com doenças reumatológicas também são outros fatores  relacionados.

 

E leve a síndrome do olho seco a sério, pois se não for diagnosticada e tratada  corretamente, ela pode provocar lesões na superfície ocular e progredir para sintomas permanentes e comprometimento da visão.

 

O tratamento varia conforme o estágio da doença. No início, o oftalmologista costuma receitar colírios lubrificantes, mas em quadros mais severos, pode ser necessária a utilização de outras medicações via oral ou até mesmo procedimentos cirúrgicos.


Fonte: Hospital de olhos
Imagem: pixabay.com

 

Você conhece a síndrome de “ visão de computador ”

A síndrome da visão de computador é um conjunto de sintomas e problemas relacionados com a visão que surge em pessoas que ficam muito tempo na frente da tela do computador, do tablet ou do celular, sendo que o mais comum é o surgimento da sensação de olhos secos.

 

Embora a síndrome não afete todas as pessoas da mesma forma, seus sintomas parecem ser mais intensos quanto mais tempo se estiver na frente de uma tela.

 

Assim, pessoas que passam muito tempo em frente de uma tela e apresentam algum sintoma relacionado com a visão devem consultar um oftalmologista para identificar se existe algum problema e iniciar o tratamento mais adequado.

Os sintomas que são mais comuns em pessoas que passam muito tempo na frente de uma tela incluem:

 

.Queimação nos olhos;

.Dor de cabeça frequente;

.Visão embaçada;

.Sensação de olhos secos.

Além disso, também é muito comum que além de problemas na visão também possa surgir dor muscular ou articular, especialmente no pescoço ou ombros, devido a estar na mesma postura por muito tempo.

 

Normalmente, os fatores que contribuem para o surgimento destes sintomas incluem má iluminação do espaço, estar a uma distância incorreta da tela, ter má postura sentado ou ter problemas de visão que não estão sendo corrigidos com o uso de óculos, por exemplo

Na maior parte dos casos, o diagnóstico da síndrome da visão de computador é feito pelo oftalmologista após um exame de visão e a avaliação do histórico e hábitos de cada pessoa.


Durante o exame de visão, o médico pode utilizar diferentes aparelhos e até aplicar algumas gotas no olho.

É ainda importante adequar-se às condições em que se utiliza o computador, colocando a tela a uma distância de 40 a 70 cm dos olhos, usando uma iluminação adequada que não provoque brilho no monitor e mantendo uma postura correta enquanto se está sentado.

Fonte: Tua Saúde.
Imagem: unsplash.com 

Uso incorreto de antibióticos pode ocasionar em problemas oculares

A grande questão da prescrição sem avaliação médica são os efeitos colaterais e, principalmente, a possibilidade de mascarar o problema de saúde. Esse risco é ainda maior quando são antibióticos. Isso porque existem vários tipos de bactérias e cada uma é tratada com um remédio diferente.

 

Na oftalmologia, os colírios antibióticos são essenciais para tratamento de infecções oculares e, também, no período pós-cirúrgico. Entretanto, quando usados incorretamente, podem levar a graves resultados. 

 

Poucas pessoas sabem, mas a utilização indevida desse tipo de remédio pode provocar alterações oculares. 

 

“O uso excessivo, seja na dosagem ou na frequência, pode causar toxicidade ao epitélio da córnea (“pele da córnea”), o que impede a cicatrização completa da lesão. Além disso, alguns antibióticos geram uma diminuição da visão e irritação ocular persistente”, observa o oftalmologista Dr. Tarciso Schirmbeck.

 

Para evitar a compra indiscriminada desses medicamentos, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) só permite a venda de antibióticos com receita de controle especial e com validade de 10 dias.

 

“Essa é uma tentativa de minimizar o surgimento de bactérias super-resistentes e incentivar a ida ao especialista. Ter o acompanhamento médico para a correta indicação do uso de antibióticos, avaliação do tempo de tratamento e do momento ideal de finalizar a utilização é a forma mais eficaz de prevenir o agravamento de doenças”, conclui o Dr.

 

Fonte: Visão Hospital de Olhos

O que é diplopia, causas e como é o tratamento

A diplopia, também chamada de visão dupla, acontece quando os olhos não estão alinhados corretamente, transmitindo para o cérebro imagens do mesmo objeto, mas de ângulos diferentes. As pessoas com diplopia não conseguem fundir as imagens de ambos os olhos numa única imagem, criando a sensação de que se está enxergando dois objetos ao invés de um só.

 

Os tipos mais comuns de diplopia são:

 

Diplopia monocular, em que a visão dupla surge apenas em um olho, sendo percebida apenas quando um olho está aberto;

 

Diplopia binocular, em que a visão dupla acontece nos dois olhos e desaparece fechando qualquer um dos olhos;

 

Diplopia horizontal, quando a imagem aparece duplicada para os lados;

 

Diplopia vertical, quando a imagem encontra-se replicada para cima ou para baixo.

 

A visão dupla tem cura e a pessoa pode voltar a enxergar normalmente e de forma focada, no entanto o tratamento para alcançar a cura varia de acordo com a causa e, por isso, é importante que o oftalmologista seja consultado para que seja feita uma avaliação e o tratamento adequado possa ser iniciado.

 

A visão dupla pode acontecer devido a alterações benignas e que não representam risco para a pessoa, como desalinhamento dos olhos, mas também pode acontecer devido a problemas mais graves de visão, como a catarata, por exemplo.

 

É importante consultar um oftalmologista sempre que a visão dupla se mantém ou é acompanhada de outros sintomas, como dor de cabeça e dificuldade para enxergar por exemplo, para que se possa ser feito o diagnóstico e iniciado o tratamento.

 

Fonte: Tua Saúde

Você sabe quais são os modelos ideais de óculos para esportistas?

Um bom desempenho da prática esportiva pode estar diretamente relacionado à qualidade da saúde ocular, já que uma visão mais ágil, precisa e clara é ideal para você que precisa de velocidade, resistência e execução perfeita.

 

Mas quais são os óculos  indicados para para esportistas?

 

 

Para nadar: o melhor modelo é o de armação com tira de borracha ou silicone, que garante maior conforto e proteção. Atualmente, em alguns óculos de natação, é possível a inclusão de grau em suas lentes, sendo um grande facilitador para a modalidade.

 

Para pedalar: o tipo de óculos ideal deve se encaixar perfeitamente no rosto e ficar bem confortável sob o capacete. Além disso, procure por lentes que protejam os olhos de correntes de ar, insetos e poeira, e que permitam uma visão sob luz intensa, sombra e até variadas condições de tempo.

 

Para correr: os modelos com armações leves e hastes flexíveis são os mais indicados, já que se adaptam facilmente ao formato do rosto e permitem uma ventilação adequada. E assim como nos óculos para pedalar, é desejado que as lentes sejam curvas, garantindo proteção contra agentes externos, como vento e sol.

 

Independente de qual for a lente dos seus óculos, é fundamental que ela tenha proteção UV. E já existem, também, alguns modelos oftálmicos feitos de materiais extremamente resistentes e que se adaptam à necessidade de cada pessoa.

 

Fonte: Hospital dos Olhos

Exposição ao sol sem proteção deixa marcas na pele e também nos olhos

 

O uso de óculos de sol com um bom filtro UV deve ser considerado, assim como são os cremes que protegem o corpo e o rosto. Isso porque, além de proteger contra os efeitos perigosos do sol, complementa a proteção solar da pele, previne o envelhecimento e pode diminuir os riscos de doenças oculares.

 

Os óculos de sol não representam apenas uma compra de acessório para cuidar do visual, mas um benefício a mais para proteção da saúde ocular. Portanto, para isso não vale economizar e perder em qualidade, é um investimento importante! Os filtros UVA e UVB impedem que os raios solares atravessem as lentes gerando proteção e garantia de saúde para os olhos. A exposição aos raios solares, sem proteção, pode deixar marcas não só na pele, mas também nos olhos.

 

Segundo especialistas, em momentos de exposição solar o uso de chapéu com abas largas pode reduzir pela metade a quantidade de radiação UV que entra nos olhos. Ingerir vegetais folhosos verdes, feijão verde, milho e gemas de ovos ajudam a proteger os olhos. Isso porque estes alimentos contêm uma substância chamada luteína, que ajuda na filtragem da luz solar nociva que atinge o fundo do olho. 

 

Fonte: Revista Veja Bem

Cuidados que devemos ter com a higiene dos olhos

Apesar de possuir um ótimo sistema natural de proteção (lágrimas, pálpebras, cílios e sobrancelhas), os olhos são expostos diariamente a diferentes fatores ambientais que podem agredi-los e causar desde um leve desconforto até uma obstrução de suas glândulas e o comprometimento da visão. Por isso, manter uma boa higiene ocular é fundamental. Vento, maquiagem, poluição e ar-condicionado, por exemplo, podem aumentar a evaporação da lágrima e provocar um quadro de olho seco ou gerar alergia e irritação nos olhos. Há ainda a possibilidade de esses fatores serem responsáveis pela propagação de bactérias e vírus.

 

Evitar o excesso no uso de maquiagem também é um ponto importante para manter uma boa higiene ocular, pois o acúmulo dessas substâncias na região dos olhos pode causar uma inflamação nas pálpebras, conhecida como blefarite. Isso porque a acumulação calcifica dentro da pálpebra, causando desconforto, inchaço e dores. Portanto, é importante sempre retirar o produto antes de dormir, lavando muito bem o rosto e a região dos olhos com produtos específicos.

 

Pelo menos uma vez por dia, dedique um tempo para higienizar a área em volta dos olhos, como as pálpebras, os cílios e os cantos, removendo as impurezas e secreções secas a fim de evitar a coceira capaz de causar irritação ou até mesmo uma conjuntivite indesejada. O ideal é limpar ao redor dos olhos com hastes flexíveis, as usadas para limpeza dos ouvidos, umedecidas com creme de limpeza apropriado para esta região. Na hora do banho, o enxágue seguido de massagens leves na parte exterior dos olhos também são aconselháveis.

 

Fonte: Revista Veja Bem

Como escolher a armação de óculos ideal para você

Você já se perguntou, qual é o tipo de armação de óculos ideal para você? Devemos levar em consideração, passar em um bom profissional, e claro ir em um local de qualidade. Esses são fatores primordiais para a escolha. Mas focando apenas na estética, qual é a melhor opção?

É importante, ficar atento para algumas regras básicas, que foram elaboradas a partir de experiências diárias e da constatação da necessidade clínica de uma perfeita visão. São elas:

  • Primeira regra: a armação deve acompanhar a linha da sobrancelha.
  • Segunda regra: a ponte da armação deve ser ajustada corretamente a cada tipo (ou tamanho) de nariz.
  • Terceira regra: o tamanho da armação deve ser compatível com a estatura da pessoa.

Para encontrar o modelo ideal, é importante que na hora da escolha um conjunto de fatores sejam avaliados. Ou seja, alinhar os critérios técnicos e as características físicas, com a moda, estética e o estilo de vida irá fazer toda a diferença!

 

Fonte: Lentes Luxxor

Aprenda a higienizar os seus óculos da forma correta

Os óculos são acessórios muito importantes do dia a dia para quem precisa de alguma correção na visão. Portanto, na hora de limpar, é essencial realizar uma higienização competente neles, de forma que não comprometa a integridade das lentes!

Aprenda a seguir, a forma ideal de fazer isso sem prejudicar a vida útil da armação e das lentes:

Sabe aquele hábito de limpar as lentes dos óculos na barra da camisa? Saiba que isto prejudica a vida útil das lentes, já que este não é o tecido ideal para higienizar a superfície delicada das lentes, além de limpeza a seco ser prejudicial. Quando sentir a necessidade de limpar as lentes dos óculos, procure umedecer e aplicar sabão neutro nas lentes. Depois, seque usando um papel macio.


Mesmo para a hora de tirar pequenas impurezas das lentes, é importante tomar cuidado para não danificá-las com o material errado. Caso a sua armação tenha vindo com uma pequena flanela de limpeza, não dispense o seu uso.


Seguindo estes hábitos, as suas lentes vão durar mais e não serão prejudicadas

 

 

Fonte: Visão Laser

6 sinais de que você precisa ir ao oftalmologista o mais rápido possível

Você sabe se é hora da sua próxima visita ao seu oftalmologista? Listamos algumas situações para te guiar e se alguma das seguintes situações se aplicar a você, marque uma consulta!

1. Já faz mais de um ano desde o seu último exame

Você deve visitar seu oftalmologista e renovar os exames anualmente. Esta é a melhor maneira de continuar enxergando com maior clareza e proteção contra doenças oculares que podem atrapalhar sua visão.

 

2. Você sofre com dores de cabeça

Dor latejante, especialmente por trás dos olhos ou sobrancelhas, é um sinal revelador de que você está tendo problemas para enxergar ou se concentrar. A fadiga ocular digital, comumente causada pela luz azul emitida pelo celular e computadores, também pode dar dor de cabeça, aborde isso com seu oftalmologista. Ele pode recomendar lentes especiais para ajudar a reduzir sua exposição e dar dicas para evitar a dor.

 

3. Seus olhos doem

Não ignore este sintoma. A dor aguda ou latejante que não desaparece é um sinal de que seu olho está inflamado e que algo provavelmente está acontecendo.

 

4. Seus olhos estão vermelhos e inchados

Isso é um sinal de conjuntivite . Seus olhos também podem queimar ou coçar, ficar sensível à luz ou ter secreção. Esses problemas podem ser causados por uma infecção viral ou bacteriana, bem como alérgenos, mas você precisará de um oftalmologista para determinar o diagnóstico.

 

5. Você percebe manchas ou flashes de luz estranhos

Vendo pequenas manchas escuras ou faixas onduladas de vez em quando geralmente não é um grande problema, especialmente se elas aparecerem depois de olhar para algo brilhante, mas você deve consultar seu oftalmologista o mais rápido possível se, de repente, começar a ver muitas manchas ou se elas estiverem acompanhadas de flashes de luz.

 

 

6. Sua visão varia

Você está vendo claramente em um minuto e embaçado no próximo? Essas flutuações da visão podem ser causadas por olho seco, astigmatismo não corrigido (uma curva irregular na córnea que afeta a forma como a luz é refratada), ou mesmo diabetes não tratada.

 

 

Fonte: IG

Praias lotadas, risco de conjuntivite e covid-19

Por mais que todos os dias ocorra o aumento dos casos de Covid-19 no Brasil, as praias estão lotadas e segundo profissionais da área, alguns estudos mostram que o olho é uma das portas de entrada da Covid-19. 

 

Ao contrário do que muitos imaginam, não é a água do mar que transmite a Covid-19 e sim as aglomerações, o contato próximo a uma pessoa contaminada elimina nos espirros e tosse partículas do SARS-COV-2, vírus da Covid-19 que penetram na boca, nariz ou olhos de pessoas sadias. Em contrapartida  a doença mais frequente no verão é a conjuntivite, que também é transmitida em casos de aglomeração com pessoas contaminadas. Olhos vermelhos, coceira, lacrimejamento, sensação de corpo estranho, ardência, fotofobia, visão embaçada e secreção nos olhos são os sintomas. A secreção varia conforme o tipo de conjuntivite: viral, bacteriana e alérgica.

As principais recomendações do médico para prevenir a Covid-19 e a conjuntivite são:

- Lavar as mãos com água e sabão frequentemente;

- Usar máscara e óculos nas atividades externas;

- Não levar as mãos aos olhos e à boca;

- Evitar aglomerações em locais fechados;

- Fazer compressas frias se a secreção for aquosa ou viscosa e morna se for purulenta;

- Não compartilhar óculos, maquiagem, colírio, descongestionante nasal, talheres, toalhas e fronhas;

- Evitar excesso de filtro solar e cosméticos na região dos olhos;

- Descartar maquiagem com alteração na cor, cheiro ou consistência;

- Manter os locais arejados;

- Tampar a boca com lenço descartável para tossir ou espirrar;

- Beber bastante água.

 

Fonte: Portal da Oftalmologia

5 mitos e verdades sobre a visão

Não é de hoje que há inúmeras informações e ditos populares sobre a visão, muitas delas falsas e que podem confundir as pessoas, por isso confira alguns mitos e verdades que separamos:

 

  • Manter o peso e a saúde em dia ajuda os olhos. Verdade, pois pessoas obesas, com diabetes, ou pressão alta, apresentam maior probabilidade de desenvolver doenças que podem interferir na visão;
  • Colírios podem ser usados sem receita médica. Mito! Colírios são medicamentos e devem ser usados com prescrição médica. O uso indiscriminado, ou mesmo inadequado, de colírios podem causar sérios danos à saúde ocular. 
  • Crianças pequenas não precisam ir a um oftalmologista. Mito! Não existe idade para procurar ajuda de um oftalmologista. Existem exames específicos que podem ser feitos já em bebês. Recomenda-se que toda criança maior de um ano seja levada a um médico especialista em visão, para checkups preventivos;
  • Virar os olhos pode torná-los permanentemente “virados”. Mito! Os músculos oculares têm a função de mover os olhos nas mais diversas direções.
  • Coçar os olhos não é normal e não faz bem. Verdade, é muito perigoso coçar os olhos, pois isso pode causar lesões e até desenvolver doenças como o ceratocone.

 

Fonte: Portal da Oftalmologia

Está com manchas na visão? Cuide-se, pode ser sinal de moscas volantes

Se alguma vez você já viu pequenos pontos escuros, manchas, ou outros que parecem mover-se na frente de um ou de ambos os olhos cuidado, pode ser a impressão chamada de moscas volantes. Essa impressão é percebida mais facilmente durante a leitura ou quando olhamos fixamente para uma parede vazia. 

Embora o nome seja estranho, as moscas volantes são muito comuns, e qualquer pessoa pode apresentar o problema, principalmente quem tem miopia. No entanto, elas são mais frequentes a partir dos 45 anos de idade e esse número cresce ainda mais em idosos em torno de 80 anos.

O aparecimento de moscas volantes no campo de visão não deve gerar preocupação, mas é adequado agendar uma avaliação oftalmológica.

 

Cuide-se!

 

Fonte:  Portal da Oftalmologia

Síndrome de Down e a visão

Por aprenderem mais facilmente com informações visuais, as crianças com síndrome de Down sofrem de alguns problemas de visão que podem ter um grande impacto em seu desenvolvimento. 

Confira os desvios mais recorrentes:

  • Catarata: O diagnóstico é feito por meio da avaliação do Reflexo Vermelho do bebê (mais conhecido como Teste do Olhinho), já na maternidade. 
  • Blefarite: É uma inflamação que afeta a pálpebra, junto aos cílios, provocando coceira e vermelhidão ocular.
  • Estrabismo (desvio ocular): acomete cerca de 38% das crianças com síndrome de Down; 
  • Nistagmo: são pequenos movimentos involuntários dos olhos.
  • Conjuntivite e Obstrução do canal lacrimal: o canal da lágrima tende a ser mais estreito já que, devido à maior frequência de infecções de nariz e garganta nesses pacientes, a drenagem fica bloqueada com facilidade. 

Aprenda a higienizar os seus óculos da forma correta

Para quem necessita de correção ocular, os óculos são acessórios muito importantes do dia a dia. Portanto, na hora de limpar, é essencial realizar uma higienização competente neles, de forma que não comprometa a integridade das lentes.

 

Sabe aquele hábito de limpar as lentes dos óculos na barra da camisa? Saiba que isto prejudica a vida útil das lentes, já que este não é o tecido ideal para higienizar a superfície delicada das lentes, além de limpeza a seco ser prejudicial. Quando sentir a necessidade de limpar as lentes dos óculos, procure umedecer e aplicar sabão neutro nas lentes. Depois, seque usando um papel macio.

Mesmo para a hora de tirar pequenas impurezas das lentes, é importante tomar cuidado para não danificá-las com o material errado. Caso a sua armação tenha vindo com uma pequena flanela de limpeza, não dispense o seu uso.


Seguindo estes hábitos, as suas lentes vão durar mais e não serão prejudicadas. 

 

Fonte: Visão Laser

O que é UVEÍTE? Descubra sobre essa doença inflamatória.

Os nossos olhos são estruturas muito frágeis e vulneráveis. Por estarem em constante contato com o meio que nos cerca, bactérias, fungos, vírus e outros microrganismos podem se relacionar com estes órgãos, causando doenças e inflamações em todas as estruturas oculares. Entre esses problemas está a uveíte.   

                                                                         

O que é uveíte?

A uveíte é uma doença inflamatória que acomete a úvea. Essa região engloba a íris, o corpo ciliar e a coroide. Também conhecida como túnica média do olho, a úvea é responsável pela dilatação do cristalino para que o olho consiga focar nos objetos mais próximos e também nos mais distantes; pelo revestimento interno do olho e da extremidade dos músculos (coroide); e também por dar cor e controlar a entrada de luz nos olhos (íris). Porém, a uveíte também pode afetar estruturas próximas, como a retina, o nervo óptico e o corpo vítreo. Entre os sintomas da doença estão:  

  • Olhos vermelhos;
  • Fotofobia;
  • Visão turva;
  • Dor ocular;
  • Pupila irregular;
  • Dores de cabeça;
  • Presença de moscas volantes;
  • Nódulos inflamados na superfície da íris;
  • Presença de pus na região anterior dos olhos.

Quais são as causas da uveíte?  

A uveíte pode surgir por vários motivos, entre eles traumas oculares, infecções, tumores e também por doenças autoimunes. Quando o distúrbio se desenvolve por lesões traumáticas, ele pode ter como causa as seguintes situações:

  • Perfurações;
  • Queimaduras por produtos químicos;
  • Contusões;
  • Laceração da córnea;
  • Lesão por presença de corpo estranho na córnea.

Já as uveítes infecciosas ocorrem pelas contaminações por bactérias, fungos, protozoários ou vírus. As doenças mais comuns que causam o problema são:

  • Toxoplasmose ocular;
  • Sífilis;
  • Tuberculose;
  • Herpes Zoster.

As uveíte tumoral surgem como consequência de uma neoplasia primária na região dos olhos e por metástases de outras regiões do corpo. Já a uveíte causada por doenças autoimunes normalmente são resultado de moléstias como:

  • Doença de Behcet;
  • Artrite reumatoide;
  • Espondiloartropatias;
  • Psoríase;
  • Colite ulcerativa;
  • Síndrome de kawasaki.

Fonte: Upo

6 nutrientes amigos dos seus olhos

Uma boa alimentação pode ajudar a regularizar o sono, a disposição, concentração em atividades e a saúde dos olhos.

Confira abaixo 6 nutrientes que são amigos da sua saúde ocular, e que podem ser encontrados em diversos alimentos. 

Vitamina A:

Ao pensarmos em alimentos que fazem bem aos olhos, o que vem a nossa mente em primeiro lugar é: cenoura! 

Ocorre que o vegetal é fonte de carotenoides, que são constituintes do pigmento macular. Esses componentes têm um papel como antioxidantes, protegendo o organismo contra a ação dos radicais livres.

A deficiência de vitamina A no organismo pode causar a cegueira noturna, que é a dificuldade de enxergar em lugares mais escuros.

Além da cenoura, outros alimentos ricos em vitamina A são o mamão papaya, brócolis, abóbora, manga, espinafre, laranja, batata-doce, ovo, queijo, entre outros.

 

Vitamina C

A vitamina C tem entre suas vantagens ser um poderoso antioxidante, podendo ser também uma grande aliada contra o desenvolvimento da Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI), além de ajudar a postergar a catarata. 

 

Coma à vontade: acerola, goiaba, mamão, pimentão, brocólis, couve de Bruxelas, morango, abacaxi, laranja, kixi, melão centaloupe, couve-flor, couve, framboesa, acelga, tomate e limão.

 

Vitamina E

A vitamina E tem poderosa ação antioxidante, ou seja, combate radicais livres que prejudicam a saúde das nossas células. É capaz de diminuir os riscos de desenvolvimento de doenças cardíacas, contribui para a prevenção do câncer de próstata e doença de Alzheimer.

Coma: Amêndoas, brócolis, amendoim, espinafre, semente de girassol, azeite, mamão, kiwi, cenoura, pepino, abacate, couve, castanha-do-Pará, entre outros.

 

Zinco:

 O zinco é um mineral importante para a cicatrização, manutenção do paladar e olfato, além de ser fundamental para a função imunológica. O olho é um dos órgãos com maior concentração do mineral.

Você pode encontrá-lo em grão-de-bico, ervilha, feijão, carne vermelha, fígado, cereais integrais, castanha de caju, amêndoas, abacate, abacaxi, ameixa, banana, manga, melão, morango, alface, agrião, batata-doce, beterraba, brócolis, cogumelo, couve e couve-flor.

 

Ácidos graxos e Ômega-3:

Os ácidos graxos Ômega-3, não são produzidos pelo nosso corpo e são essenciais. Eles desempenham importantes funções no desenvolvimento e funcionamento do cérebro e da retina.

Você pode encontrá-los na linhaça, óleo de soja, óleo de linhaça, chia, nozes, sardinha, atum, arenque, anchova, peixes que vivem em águas profundas e frias, e também em algas marinhas.

 

Luteína e Zeaxantina:

Essas são duas palavrinhas estranhas que você deve conhecer para manter a dieta completa.

São encontradas na laranja, nectarina, mamão, pêssego, brócolis, couve de bruxelas, repolho, couve-flor, ervilha, milho, rúcula, espinafre, abóbora, gema de ovo, entre outros. 

 

Fonte: CBO - Conselho Brasileiro de Oftalmologia

O que são lentes de contato?

As lentes de contato oftálmicas são utilizadas para a correção de problemas de visão causados por erros de refração.

Um erro de refração ocorre quando o olho não focaliza um objeto adequadamente, produzindo uma imagem borrada, além de serem utilizadas com finalidade estética. As lentes de contato mutias vezes são uma opção para quem não se adapta ao uso de óculos ou para pacientes que possuem contraindicações as cirurgias refrativas dando além dos benefícios estéticos ganho na qualidade visual.

Existem no mercado várias opções de lentes: lentes de contato gelatinosas (de uso diário ou descartáveis ), rígidas , esclerais , multifocais, , terapêuticas, coloridas, etc Cada qual com uma finalidade específica e por isso a importância da consulta com o oftalmologista para a escolha da melhor lente de forma individualizada.

 

Fonte: UPO

Cirurgia refrativa: Uma opção para substituir o uso de óculos e lentes de contato?

Erros de refração como miopia, astigmatismo e hipermetropia são as principais queixas em consultórios oftalmológicos. Uma vez que, causam grande desconforto, perda de produtividade e piora da qualidade de vida na população. Segundo o Conselho brasileiro de oftalmologia, cerca de 70% da população desenvolverá alguma dessas alterações visuais.

Para tal, em pacientes que não querem, não podem ou não se adaptam ao uso de óculos ou lentes de contato; há uma opção: cirurgia refrativa.

 

Quais erros de refração podem ser solucionados?

  • Miopia
  • Hipermetropia
  • Astigmatismo
  • Miopia + astigmatismo
  • Hipermetropia + astigmatismo

Tipos de cirurgia refrativa:

LASIK (Laser Assisted in Situ Keratomileusis)

Cirurgia refrativa mais utilizada atualmente. Essa técnica utiliza a tecnologia do excimer laser, o qual emite feixe de luz ultravioleta capaz de quebrar as ligações intermoleculares, removendo tecido da superfície da córnea com precisão micrométrica. Para realização do procedimento é utilizado anestesia local. Após é confeccionado um retalho na extrema superfície da córnea, para então ser aplicado o Excimer laser programado de forma precisa. Segue-se o reposicionamento do retalho corneano, sem necessidade de pontos. Ambos os olhos podem ser operados no mesmo dia e o paciente vai para casa e pode voltar ao trabalho no próximo dia. Já sendo possível enxergar após 24 a 48 horas.

É necessário utilização de colírios antibióticos e anti-inflamatórios por 15 dias em média e não deve-se coçar os olhos por 3 meses.

PRK (Photorefractive Keratectomy)

Nessa cirurgia, o retalho da superfície da córnea é removido, com posterior aplicação do Excimer laser. Como há remoção do retalho, há necessidade de uso de uma lente de contato protetora por cerca de 3 a 4 dias.
Em relação ao LASIK: há maior dor ocular, recuperação da acuidade visual em cerca de uma semana e estabilização da melhora visual dentro de 3 meses.

CIRURGIA CUSTOMIZADA

Cirurgia que representa um avanço no tratamento dos erros de refração. Utiliza um tecnologia de captura das pequenas alterações no relevo da córnea, como uma espécie de impressão digital “da córnea. Após utiliza essas informações para direcionar a aplicação do laser de forma individual.

Para quem é a cirurgia refrativa?

  • Intolerância ao uso de lentes de contato ou óculos
  • Diferença importante de grau entre olhos
  • Finalidade estética
  • Esportistas

Quem pode?

  • Idade maior de 21 anos ( idade, na qual, em geral o grau estabiliza )
  • Grau estável no último ano
  • Ausência de alterações graves em exames oftalmológicos solicitados

Quem não pode?

  • Distúrbio visual não corrigido de forma significativa com óculos ou lentes de
    contato
  • Doenças oculares (ceratocone, catarata, Glaucoma e ceratite herpética….)
  • Doenças sistêmicas graves: como LUPUS, diabetes mellitus mal controlado
  • Gestantes
  • História de queloide

A cirurgia refrativa é um excelente tratamento para erros de refração e uma grande opção aos óculos e lentes de contato. Com métodos de alta tecnologia, precisão e segurança, permite rápida volta da rotina do paciente.

 

Fonte: UPO OFtalmologia

Síndromes visuais relacionadas a computadores

Os computadores têm se tornado indispensáveis para a maioria das funções cotidianas. A popularidade do computador, incrementado com facilidades de acesso à internet, tem conquistado uma enorme quantidade de profissionais, que o utilizam como ferramenta indispensável para o exercício de suas funções. Com isso, cada vez mais pessoas têm experimentado sintomas visuais associados ao uso excessivo de computadores.

A Síndrome Visual Relacionada a Computadores (SVRC) se refere a um grupo de sinais e sintomas diversos e variados, que podem ser atribuídos ao uso do computador. Os sintomas visuais são as principais queixas e motivos de consulta médica, dentre os problemas de saúde ocupacional nos usuários de computadores.

Os sintomas oculares mais frequentes da SVRC são cansaço, sensação de corpo estranho, ardência, dor, irritação, vermelhidão, ressecamento e turvação visual.

Existem várias evidências que o uso de monitores causa astenopia. A condição do paciente pode contribuir para a sintomatologia e a análise individualizada do paciente quanto à refração, binocularidade e acomodação devem ser considerados. Evidências clínicas têm mostrado que o uso prolongado de monitores provoca diminuição no poder de acomodação e na capacidade de convergência, assim como leve indução de miopia transitória pelo esforço acomodativo.

A correção visual adequada para o computador deve ser avaliada individualmente. Em geral, as opções de lentes que privilegiam a zona intermediária e de perto, com corredores mais amplos tendem a ser melhor aceitas do que as lentes multifocais tradicionais. Alguns usuários podem ter desconforto com a procura do foco, oscilando entre o monitor, texto de leitura e teclado, nas zonas de progressão da lente multifocal. As correções monofocais tendem a dificultar a obtenção de um foco ideal para as diferentes distâncias na mesa do computador e ambiente de trabalho. As lentes multifocais para adaptação em armações pequenas podem também comprometer a zona de visão intermediária e não serem a melhor escolha para este uso. De qualquer forma, médico e paciente devem discutir as opções disponíveis no mercado, visando atender as expectativas, que devem ser apresentadas durante a consulta.

 

Fonte: Portal da SBO

Perda da visão é uma das complicações mais temidas pelos pacientes com diabetes

Considerada umas das doenças crônicas mais comuns do mundo, o diabetes atinge globalmente 463 milhões de pessoas entre 20 e 79 anos. O diabetes tipo 2, que ocorre geralmente em virtude de maus hábitos alimentares e estilo de vida, responde por cerca de 90% dos casos e segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o 8º país com maior prevalência da doença.

Diabetes e os riscos da perda da visão

A falta de controle adequado do diabetes ocasiona diversas complicações, dentre elas doenças que podem causar a perda da visão, o que coloca o diabetes como a principal causa de cegueira em pessoas em idade produtiva. Uma dessas graves consequências é o edema macular diabético (EMD), que afeta a retina e se desenvolve devido ao excesso prolongado de açúcar no sangue. Isso prejudica os vasos sanguíneos causando o extravasamento de líquidos, o que provoca o inchaço da retina. 

É imprescindível que os pacientes com diabetes mantenham a doença sob controle, para evitar complicações, como o edema macular diabético, que traz um impacto negativo importante na qualidade de vida das pessoas. Ele dificulta a execução de atividades rotineiras como, por exemplo, ler, cozinhar e dirigir e se não for diagnosticado e tratado precocemente, pode levar esses pacientes a uma perda irreversível da visão. 

Tratamento e acesso no SUS

O EMD não tem cura, e o tratamento varia de acordo com o tipo e a gravidade da doença que o paciente apresenta. As estratégias terapêuticas mais eficazes visam combater as causas do EMD, ou seja, o diabetes descontrolado (altos níveis de glicose no sangue) ou a pressão arterial elevada e, em seguida, tratar diretamente os danos na visão.

Atualmente, já são ofertados no Sistema Único de Saúde (SUS) anti-inflamatórios, diuréticos e corticoides, além de medicamentos para controlar o diabetes. A terapia padrão para tratamento de EMD é feita por injeções intravítreas de anti-VEGF, que bloqueiam a proliferação dos vasos sanguíneos anormais na retina.

Fonte: Portal da oftalmologia

Riscos a visão com o aumento do uso de telas de smartphones, tablets e computadores

Com as normas para o distanciamento social relacionado ao COVID-19, cada vez mais as pessoas estão usando smartphones, tablets e computadores seja para o trabalho, atividades escolares ou diversão.

No entanto, um fenômeno já detectado antes com o aumento do uso de computadores, vem se acentuando: a Síndrome Visual Relacionada a Computadores (SVRC): uma série de sintomas visuais, entre os quais cansaço, sensação de corpo estranho, ardência, dor, irritação, vermelhidão, ressecamento e turvação visual.

Estudos apontam que até 90% dos usuários de computador por mais de três horas diárias apresentam algum tipo de sintoma relacionados à SRVC.

Uma das principais causas desse cansaço visual é o ressecamento ocular.

A diminuição do piscar, associada a outras condições ambientais, oculares e sistêmicas, com o ar condicionado, ventiladores, pouca ingestão de líquidos, uso de medicamentos (diuréticos, betabloqueadores) e o fumo, podem contribuir para agravar a SVRC.

A seguir algumas recomendações da Sociedade Brasileira de Oftalmologia:

A Sociedade Brasileira de Oftalmologia recomenda que pequenas pausas de 5 a 10 minutos por hora sejam feitas pelo usuário, de preferência fixando a distância sem olhar para o monitor. Além disso, os turnos de 4 horas no computador, smartphone e tablets devem ser interrompidos para pausas maiores para evitar maior desconforto visual, recomendando-se usar colírio hidratante (semcortisona) de 2 a 4 vezes por dia.

Quem usa lente de contato, o ideal, se possível durante esse período de isolamento, deixar as lentes e usar óculos. Em caso de graus altos, se não for possível usar óculos, ter cuidados de lavar as mãos antes de colocar ou retirar as lentes de contato com água e sabão.

Nesta lavagem não usar álcool gel para não correr o risco de cair no olho e causar irritação. Lavar o estojo que guarda as lentes com água e sabão, e enxaguar bastante. Guardar as lentes na solução de esterilização e trocar esta solução diariamente.

Fonte: SBO (Sociedade Brasileira de Oftalmologia)

Cuidados Essenciais para Proteger os Olhos

Os cuidados diários com os olhos são essenciais para proteger a visão, pois favorecem não só a sua proteção, como também o relaxamento e hidratação dos olhos, diminuindo até mesmo o risco de ter que vir a usar óculos.

Separamos 7 cuidados essenciais para tomarmos em nosso dia a dia.

 

1. Usar óculos de sol de qualidade

Os óculos de sol são essenciais para proteger a visão nos dias de sol. Por isso, para manter a saúde dos olhos o uso de óculos de sol ao ar livre é essencial, sendo necessário garantir que os óculos usados ofereçam proteção contra os raios UVA, UVB e UVC.

 

2. Não dormir com maquiagem

A higiene dos olhos é muito importante para a saúde ocular, sendo importante manter os olhos limpos, especialmente no final do dia ou antes de ir dormir, pois caso contrário podem entrar partículas de cosméticos nos olhos que podem provocar irritações. Por isso, mantenha sempre os olhos sem resíduos de maquiagem, cremes ou outras soluções. 

 

3. Não usar colírios sem orientação médica

Os colírios são considerados remédios e por isso não devem ser usados sem acompanhamento médico, pois tal como todo o remédio estes também possuem indicações específicas e contraindicações. Além disso, o seu uso sem indicação médica embora possa aliviar os sintomas apresentados, pode não estar tratando a doença, acabando assim por mascarar os sintomas. 

 

4. Realizar consultas periódicas

As consultas periódicas ao Oftalmologista são muito importantes para garantir a saúde dos olhos, sendo especialmente importantes para detectar com antecedência doenças como catarata ou glaucoma. O ideal é realizar consultas de rotina 1 vez por ano, para garantir um bom acompanhamento da saúde visual.

 

5. Olhar para longe

Realizar paragens para olhar para longe durante alguns minutos é um exercício especialmente importante para quem trabalha em frente ao computador, pois ajuda a relaxar os olhos, prevenindo o surgimento de dores de cabeça. Este exercício deve ser realizado 1 vez a cada hora e consiste em parar, olhar para longe e focar um ponto específico distante, que se localize no mínimo a 40 m de distancia. 

 

6.Fechar os olhos várias vezes por dia

Interromper o que esta a fazer e fechar os olhos durante alguns segundos é outro exercício importante, que ajuda a relaxar os olhos, uma vez que ao serem fechados não necessitam de focar em nada, prevenindo assim o cansaço ocular e outros problemas como dores de cabeça. 

 

7. Não usar o óculos de grau de outra pessoa

Os óculos de grau são um utensílio individual, que não deve ser emprestado ou transmitido para outras pessoas, pois cada pessoa necessita da sua própria graduação, que deve ser prescrita por um oftalmologista. Além disso, não devem ser usados pois embora não piorem a visão, acabam causando dores nos olhos e de cabeça ou tonturas.

Além disso, comprar óculos nos camelôs também não é uma boa opção, pois a graduação que possuem pode não ser a correta, o que acaba cansando os olhos por estes necessitarem de realizar um maior esforço para focar. 

 

Fonte: www.tuasaude.com

Cuidados Essenciais para Proteger os Olhos (2)

Os cuidados diários com os olhos são essenciais para proteger a visão, pois favorecem não só a sua proteção, como também o relaxamento e hidratação dos olhos, diminuindo até mesmo o risco de ter que vir a usar óculos.

Separamos 7 cuidados essenciais para tomarmos em nosso dia a dia.

 

1. Usar óculos de sol de qualidade

Os óculos de sol são essenciais para proteger a visão nos dias de sol. Por isso, para manter a saúde dos olhos o uso de óculos de sol ao ar livre é essencial, sendo necessário garantir que os óculos usados ofereçam proteção contra os raios UVA, UVB e UVC.

 

2. Não dormir com maquiagem

A higiene dos olhos é muito importante para a saúde ocular, sendo importante manter os olhos limpos, especialmente no final do dia ou antes de ir dormir, pois caso contrário podem entrar partículas de cosméticos nos olhos que podem provocar irritações. Por isso, mantenha sempre os olhos sem resíduos de maquiagem, cremes ou outras soluções. 

 

3. Não usar colírios sem orientação médica

Os colírios são considerados remédios e por isso não devem ser usados sem acompanhamento médico, pois tal como todo o remédio estes também possuem indicações específicas e contraindicações. Além disso, o seu uso sem indicação médica embora possa aliviar os sintomas apresentados, pode não estar tratando a doença, acabando assim por mascarar os sintomas. 

 

4. Realizar consultas periódicas

As consultas periódicas ao Oftalmologista são muito importantes para garantir a saúde dos olhos, sendo especialmente importantes para detectar com antecedência doenças como catarata ou glaucoma. O ideal é realizar consultas de rotina 1 vez por ano, para garantir um bom acompanhamento da saúde visual.

 

5. Olhar para longe

Realizar paragens para olhar para longe durante alguns minutos é um exercício especialmente importante para quem trabalha em frente ao computador, pois ajuda a relaxar os olhos, prevenindo o surgimento de dores de cabeça. Este exercício deve ser realizado 1 vez a cada hora e consiste em parar, olhar para longe e focar um ponto específico distante, que se localize no mínimo a 40 m de distancia. 

 

6.Fechar os olhos várias vezes por dia

Interromper o que esta a fazer e fechar os olhos durante alguns segundos é outro exercício importante, que ajuda a relaxar os olhos, uma vez que ao serem fechados não necessitam de focar em nada, prevenindo assim o cansaço ocular e outros problemas como dores de cabeça. 

 

7. Não usar o óculos de grau de outra pessoa

Os óculos de grau são um utensílio individual, que não deve ser emprestado ou transmitido para outras pessoas, pois cada pessoa necessita da sua própria graduação, que deve ser prescrita por um oftalmologista. Além disso, não devem ser usados pois embora não piorem a visão, acabam causando dores nos olhos e de cabeça ou tonturas.

Além disso, comprar óculos nos camelôs também não é uma boa opção, pois a graduação que possuem pode não ser a correta, o que acaba cansando os olhos por estes necessitarem de realizar um maior esforço para focar. 

 

Fonte: www.tuasaude.com

Óculos ajudam na proteção dos olhos durante pandemia do novo coronavírus

Durante isolamento em razão do coronavírus, novos hábitos foram adicionados ao dia a dia da população. Além da boca, é importante ter cuidado com os olhos, já que eles podem ser uma porta de entrada do vírus. Segundo especialistas, os óculos ajudam na proteção. 

A Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou que os indivíduos não devem tocar no rosto, sobretudo nos olhos, boca e nariz de modo a impedir que sejam infectados. 

Contudo, é importante salientar que usar óculos disponibiliza somente proteção limitada, e que manter o chamado distanciamento social relativamente a outras pessoas continua sendo a medida mais importante para reduzir o risco de contração do vírus. Além, da importância da higienização dos óculos de grau. 

 

Fonte: Uol

O terçol é contagioso?

O terçol, na maioria dos casos, é uma inflamação da pálpebra que é acompanhada por uma infecção por bactérias do tipo staphylococcus. 

Isso significa que o terçol pode ser considerado contagioso, já que as bactérias presentes no local podem ser transmitidas, tanto para outras pessoas, como para o outro olho ainda não infectado.

No entanto, estes tipos de bactérias que causam o terçol também estão presentes naturalmente na pele de pessoas saudáveis, sem causar infecção.

Porém, pessoas com resfriado ou que tenham o sistema imune mais enfraquecido podem desenvolver o terçol, ou até um outro tipo de infecção no olho.

O recomendado é que, a pessoa que está com o terçol, lave bem as mãos depois de tocar no local, tanto para evitar passar bactérias para outra pessoa, como evitar contaminar o outro olho.

 

 

Algumas recomendações que podem ser seguidas para evitar desenvolver um terçol, e que também ajudam a evitar que a infecção passe para outras pessoas incluem:

Manter os olhos sempre limpos e livres de secreções ou remela;

Lavar o rosto diariamente, para eliminar secreções do olho e equilibrar a oleosidade da pele;

Evitar compartilhar objetos que possam entrar em contato com os olhos, como maquiagem, fronhas ou toalhas;

Evitar coçar ou levar as mãos aos olhos com frequência;

E sempre lavar as mãos antes de mexer no olho;

 

Além disso, também se deve evitar estourar o terçol, já que o pus liberado pode acabar infectando o olho e até se espalhar para outros locais do rosto.

Pessoas que usam lentes de contato devem, idealmente, parar o seu uso durante a presença do terçol, já que podem acabar contaminando a lente.

As pessoas que têm maior risco de contágio são:

Adolescentes, pela variação hormonal da idade;

Gestantes, pela alteração hormonal deste período;

Crianças, por coçar os olhos com as mãos sujas;

Pessoas que usam maquiagem diariamente, por facilitar o acúmulo de secreção.

 

Além disto, pessoas que não fazem uma higiene adequada dos olhos, deixando acumular muita secreção ou maquiagem, têm maior chance de desenvolver um terçol.

 

Fonte: Tua saúde

 

O que é o descolamento de retina?

 

Como não provoca dor, o descolamento de retina pode avançar despercebido e até levar à cegueira. Conheça as causas desse problema de visão e os tratamentos que contém sua progressão abaixo.

Posicionada lá no fundo do globo ocular — que é formado por uma substância gelatinosa, o humor vítreo —, a retina é uma película fina que capta os estímulos luminosos que atravessam a córnea e o cristalino e os transmite ao nervo óptico. A partir dali, por meio de impulsos elétricos, as informações são levadas ao cérebro e traduzidas em imagens.

O processo de descolamento da retina

Com a idade, o tal do humor vítreo fica mais líquido e se retrai. Nesse processo, a retina vai perdendo contato com a coroide, estrutura pela qual recebe nutrientes e oxigênio. A força da tração ali ainda pode causar furos no tecido que fica atrás do olho. Aí o líquido vaza e a infiltração é capaz de levar ao descolamento total da retina.

Visão em perigo

Com o descolamento, começam a faltar oxigênio e nutrientes à retina. A pessoa passa, então, a ter o campo de visão invadido por clarões ou manchas escuras, como se fossem moscas ou teias de aranha. Quando o descolamento se dá perto da mácula, área central da retina, o estrago pode virar cegueira.

 

 

Diagnóstico e tratamento

Laser preventivo: diante da suspeita de que a retina está se esgarçando, a fotocoagulação a laser é o recurso usado para cicatrizar e fechar a membrana.

Cirurgia corretiva: no procedimento, o médico injeta gás ou óleo no humor vítreo. O objetivo é pressionar a área descolada da retina de forma a vedar a rasgadura de vez.

É mito ou fato?

Cuidar da visão é importante, mas nem tudo representa perigo de descolamento da retina

Ler no ônibus
O movimento gera dificuldade em focar o texto, causando enjoo. Mas não afeta a saúde ocular.

Coçar os olhos
Para lesionar a retina, a esfregação tem que ser feita com força excessiva e de forma repetitiva.

Carregar peso
Se houver predisposição ou fatores de risco, erguer cargas pesadas demais pode despregar essa camada.

Esportes radicais
O tranco no final de saltos de bungee jumping ou paraquedas é capaz, sim, de causar ruptura na retina.

O que causa o descolamento na retina

Envelhecimento
Em idosos, o humor vítreo se torna mais líquido, favorecendo vazamentos que pressionam a retina.

Genética
Em todas as idades, pessoas com histórico familiar são mais suscetíveis ao problema.

Miopia
Nessa condição, o globo ocular é maior, o que obriga a retina a se esticar, ficando mais vulnerável a rasgos.

Diabetes
A glicemia alta promove inflamações na região da retina, que forçam o tecido e aumentam o perigo.

Acidentes
Movimentos bruscos com a cabeça ou traumas na região ocular podem fazer a retina se despregar.

Quimioterapia
As drogas para tratar o câncer alteram a composição do humor vítreo, contribuindo para o descolamento.

 

 

Fonte: Saúde Abril.

 

SBP atualiza recomendações sobre saúde de crianças e adolescentes na era digital

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) divulgou na terça-feira dia 11/02, o Manual de Orientação #MenosTelas #MaisSaúde com o objetivo de promover a saúde e o bem-estar de crianças e adolescentes em contato constante com tecnologias digitais, como smartphones, computadores e tablets. O documento, elaborado pelo Grupo de Trabalho sobre Saúde na Era Digital da SBP, complementa e atualiza as recomendações lançadas pela entidade em 2016 sobre o tema.

Na avaliação da presidente da SBP, dra. Luciana Rodrigues Silva, diversas pesquisas têm demonstrado a urgência do tema para a sociedade e a amplitude dos riscos envolvidos, especialmente para o desenvolvimento de transtornos de saúde mental e problemas comportamentais, segundo os atuais critérios do CID-11 sobre dependência digital.

De acordo com a publicação, a multiplicação do acesso aos vários aplicativos, redes sociais e jogos online direcionados à população entre zero e 19 anos requer cada vez mais a atenção de todos que têm como responsabilidade lutar em defesa dos direitos da infância e adolescência. Dados da pesquisa TIC Kiks Online - Brasil (2018), realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), revelam que 86% das crianças e adolescentes brasileiros, entre 9 e 17 anos, estão conectados, o que corresponde a 24,3 milhões de usuários da internet.

Cerca de 20% dos participantes do levantamento relataram contato com conteúdos sensíveis sobre alimentação ou sono; 16% com formas de machucar a si mesmo; 14% com fontes que informam sobre modos de cometer suicídio; 11% com experiências com o uso de drogas. Além disso, cerca de 26% foram tratados de forma ofensiva (discriminação ou cyberbullying); e 16% relataram acesso às imagens ou vídeos de conteúdo sexual. Outros 25% assumiram não conseguir controlar o tempo de uso, mesmo tentando passar menos tempo na internet.

 

 

Recomendações

Segundo o documento, as novas mídias preenchem vácuos ócio, tédio, necessidade de entretenimento, abandono afetivo ou mesmo pais ‘ultraocupados’, muitas vezes, com seus próprios celulares. As consequências, tanto do acesso a conteúdo inadequado quanto do uso excessivo, têm sido constatadas nos relatos de acidentes, abusos de privacidade, distúrbios de aprendizado, baixo desempenho escolar, atrasos no desenvolvimento, entre outros.

“Dada a urgência do tema, decidimos atualizar as orientações da SBP para auxiliar pediatras, pais, responsáveis e educadores a evitar os principais agravos advindos da utilização inadequada das tecnologias digitais e, ao mesmo tempo, estimular práticas saudáveis nessas novas ferramentas”, destacam os especialistas do GT da SBP.

Entre as principais orientações atualizadas pelo novo Manual de Orientação da SBP, destacam-se:

Evitar a exposição de crianças menores de dois anos às telas, mesmo que passivamente;

Limitar o tempo de telas ao máximo de uma hora por dia, sempre com supervisão para crianças com idades entre dois e cinco anos;

Limitar o tempo de telas ao máximo de uma ou duas horas por dia, sempre com supervisão para crianças com idades entre seis e 10 anos;

Limitar o tempo de telas e jogos de videogames a duas ou três horas por dia, sempre com supervisão; nunca “virar a noite” jogando para adolescentes com idades entre 11 e 18 anos;

Para todas as idades: nada de telas durante as refeições e desconectar uma a duas horas antes de dormir;

Oferecer como alternativas: atividades esportivas, exercícios ao ar livre ou em contato direto com a natureza, sempre com supervisão responsável;

Criar regras saudáveis para o uso de equipamentos e aplicativos digitais, além das regras de segurança, senhas e filtros apropriados para toda família, incluindo momentos de desconexão e mais convivência familiar;

Encontros com desconhecidos online ou off-line devem ser evitados; saber com quem e onde seu filho está, e o que está jogando ou sobre conteúdos de risco transmitidos (mensagens, vídeos ou webcam), é responsabilidade legal dos pais/cuidadores;

Conteúdos ou vídeos com teor de violência, abusos, exploração sexual, nudez, pornografia ou produções inadequadas e danosas ao desenvolvimento cerebral e mental de crianças e adolescentes, postados por cyber criminosos devem ser denunciados e retirados pelas empresas de entretenimento ou publicidade responsáveis.

Para a SBP, as experiências adquiridas por crianças e adolescentes por meio das telas – como a aprendizagem da agressividade e intolerância manifesta nos jogos e redes –, se não forem melhor reguladas, terão impacto no comportamento e estilo de vida até a fase adulta.

“Cada vez mais, são importantes as ações de alfabetização midiática e mediação parental para ensinar às famílias, escolas, empresas de comunicação e tecnologia e também pediatras a respeito do uso ético, seguro, saudável e educativo da internet”, propõe o texto. Entre os principais problemas médicos que podem afetar a saúde da população pediátrica, constam:

Dependência Digital e Uso Problemático das Mídias Interativas;

Problemas de saúde mental: irritabilidade, ansiedade e depressão;

Transtornos do déficit de atenção e hiperatividade;

Transtornos do sono;

Transtornos de alimentação: sobrepeso/obesidade e anorexia/bulimia;

Sedentarismo e falta da prática de exercícios;

Bullying & cyberbullying;              

Transtornos da imagem corporal e da autoestima;

Riscos da sexualidade, nudez, sexting, sextorsão, abuso sexual, estupro virtual;

Comportamentos autolesivos, indução e riscos de suicídio;

Aumento da violência, abusos e fatalidades;

Problemas visuais, miopia e síndrome visual do computador;

Problemas auditivos e PAIR, perda auditiva induzida pelo ruído;

Transtornos posturais e músculo-esqueléticos;

Uso de nicotina, vaping, bebidas alcoólicas, maconha, anabolizantes e outras drogas.

O Manual de Orientação da SBP traz também ressalvas sobre o hábito cada vez mais frequente de oferecer para a criança o smartphone ou celular utilizado pelos pais, como forma de distrair a atenção do bebê. Denominada de distração passiva, a prática é resultado da pressão pelo consumismo dos “joguinhos” e vídeos nas telas, algo prejudicial e frontalmente diferente de brincar ativamente, um direito universal e temporal de todas as crianças em fase do desenvolvimento cerebral e mental.

 

Como explica a dra. Evelyn Eisenstein, membro do Grupo de Trabalho e uma das autoras do Manual, nada substitui o afeto humano. “O olhar, a expressão facial, todo esse contato com a família é vital para a criança pequena. Uma fonte instintiva de estímulos e cuidados que não pode ser trocada por telas e tecnologias e são fundamentais para o desenvolvimento da linguagem, das habilidades cognitivas e sociais. Atrasos nessas áreas são frequentes em bebês que ficam passivamente expostos às telas, por períodos prolongados”, disse.

A publicação destaca ainda a importância de pais e responsáveis estarem atentos à ferramenta de Classificação Indicativa, promovida no País pelo Ministério da Justiça e Cidadania. Um portal e guia prático estão acessíveis para consultas sobre quais games, filmes, vídeos e outros conteúdos são – ou não – recomendados de acordo com a idade e a compreensão das crianças e adolescentes.

Os critérios são determinados como livre, com exibição adequada em qualquer horário e para qualquer faixa etária, ou inadequados para idades abaixo de dez, 12, 14, 16 e 18 anos. “Os conteúdos não estão proibidos ou censurados, são sugestões. Os pais podem discordar ou denunciar qualquer conteúdo direto com as emissoras de televisão, anunciantes, patrocinadores, empresas de comunicação em relação à responsabilidade social, ou podem também denunciar ao Ministério Público e às entidades de proteção”, reforça o texto.

O Grupo de Trabalho sobre Saúde na Era Digital da SBP é composto pelos pediatras dra. Evelyn Eisenstein; Luci Pfeiffer; Marco Antônio Chaves Gama; Susana Estefenon; e Suzy Santana Cavalcanti. Também auxiliaram no desenvolvimento do documento como colaboradores: Eduardo Jorge Custódio da Silva; Emmalie Ting; Cristiano Nabuco de Abreu; Alessandra Borelli; Luisa Adib Dino; Alexandre Barbosa; e Rodrigo Nejm.

 

Fonte: sbp.com.br

Conheça a uveíte, seus sintomas e tratamento

A chamada uveíte, apesar de às vezes se parecer com a conjuntivite, possui seus próprios sintomas e tratamentos. E tem remédio novo chegando ao SUS

Vermelhidão, dor ocular, sensibilidade à luz… Sintomas muitas vezes atribuídos à conjuntivite também podem caracterizar a uveíte, uma inflamação no olho com diferentes causas que, se não diagnosticada e combatida a tempo, pode afetar a visão para sempre. A boa notícia: um remédio moderno está sendo incorporado na rede pública de saúde para enfrentar uma versão desse problema.

Antes de falar em tratamento, porém, precisamos explicar o que é essa enfermidade. Uveíte é um termo genérico para designar qualquer inflamação na úvea, uma camada que se prolonga pelo olho todo.

A tal úvea envolve três estruturas principais: íris (a parte colorida do olho), corpo ciliar e coroide (uma membrana que abastece a região com sangue).

A toxoplasmose e a sífilis estão entre as principais causas no Brasil da uveíte posterior, que ataca o fundo do olho. Nesses casos, os agentes infecciosos provocam uma inflamação no olho que dispara o problema.

Já as doenças reumatológicas autoimunes, como a artrite reumatoide, estão mais ligadas à uveíte anterior (que acomete a frente do olho). Aqui, são as próprias células de defesa do corpo que agridem a úvea.

Em resumo, quem sofre ou sofreu com alguma dessas enfermidades deve ficar especialmente atento.

Há ainda a uveíte intermediária – que aflige o meio do olho – e até uma versão que acaba abalando o globo ocular como um todo.

 

Sintomas

Eles costumam variar da uveíte anterior para a posterior. No primeiro caso, envolvem:

• Sensibilidade à luz (fotofobia)
• Olho vermelho (hiperemia)
• Dor no olho
• Eventualmente algum déficit visual

Como se pode ver, essa é a versão do problema que mais se confunde com a conjuntivite. Já na uveíte posterior, alterações na visão são mais comuns e acentuadas.

Sem tratamento correto, a enfermidade eventualmente avança e provoca complicações. Ela pode abrir as portas para catarata e glaucoma, por exemplo, ou alterar a anatomia do olho, o que também culmina em perda de visão.

 

Tratamento

Ele, claro, também varia conforme a causa da uveíte e a região afetada. Se for provocada por sífilis ou toxoplasmose, um dos focos é justamente vencer essas doenças. E, claro, preservar a anatomia do olho com eventuais colírios ou outros remédios.

Quando a uveíte é provocada por uma doença autoimune (a exemplo, de novo, da artrite reumatoide), corticoides tendem a entrar em cena para acalmar as células de defesa e controlar os estragos no olho.

E aqui entra o tratamento moderno que mencionamos anteriormente. Chamado de adalimumabe – da farmacêutica Abbvie –, ele está sendo incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS) para casos de uveíte não infecciosa. “É uma droga já utilizada para artrite reumatoide que controla muito bem a inflamação”, diz Lins.

Ainda assim, ela não deve ser utilizada logo de cara, inclusive porque não é barata.

Em resumo, o bom tratamento para a uveíte do seu amigo pode ser muito diferente do seu. Se notar algum sintoma no olho, não deixe de procurar ajuda especializada.

 

Fonte: Saúde Abril